Sexta-feira, Julho 17, 2009
Segunda-feira, Junho 29, 2009
inconcluíndo...
Acordou bem disposto depois de uma sexta, ao entardecer, de 13 horas. Deixou-se dormir no carro às seis e meia da tarde e só acordou no dia seguinte, Sábado, pelas sete e meia. Foi à piscina de manhã e à tarde ainda dormiu mais uma hora.
Ainda dorme bem.
Brincámos aos restaurantes. Com direito a sermos servidas directamente pelo cozinheiro, o chef, cujo chapelito na cabeça não engana, brincámos quase todo o fim de semana, com pertences antigos da mana, agora de férias, incluindo um serviço de chá porcelanítico e quadros perfurados com preguinhos de plástico coloridos. Depois, queria fazer anos. Queria uma festa com bolo e parabéns cantados. Fizemos-lhe um para o lanche (receita da mana) e cantámos-lhe os parabéns, com uma velinha para soprar e tudo.
Parece-me bem celebrar os nossos 4 anos, 5 meses e 27 dias. Sim.
- Gosto de ti, mamã… (mummm... outra vez......)
Meio envergonhado, mas não tolo, gosta de saber se eu estou mesmo a tomar-lhe atenção. Se o abraço e o mimo não chegam, ganha outro alguém para onde eu estiver a olhar e assim não pode ser. Atira que é meu namorado o arisco. Se não chega, afirma:
- Gosto tanto de ti…mãe… (o maroto)
- Se tu soubesses…, respondo-lhe, …se tu soubesses o quanto eu gosto de ti…
E aproveitando a converseta da tarde sobre o que é aquilo – vendo um casamento na tv – com noiva vestida a preceito, e noivo com um cravo, e padre, e lindas damas de honor…:
- Casavas comigo e vivemos felizes para sempre…
(glup!) O moço, para além de querer a minha atenção, não no aspecto da sobrevivência, como nos bebés, mas no aspecto manipulador dos afectos, próprio da idade e género, no aqui e no agora, atira-me com a sedução, às vezes com frases que ouve aqui ou ali, da Tv e das histórias de encantar. E viveram felizes para sempre, as pessoas que se gostam muito-muito, fazem uma festa e casam-se. Foi a explicação. Para mal dos meu instintos, esta informação requereu um grau de simplicidade superlativo absoluto sintético. Depois ele aplicou-a, no momento que entendeu, como naquele, a seguir à inspecção do hálito.
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Nunca lhe deu para
